segunda-feira, 16 de maio de 2011

Recursos Humanos nas Empresas

Antes o departamento de RH era muito confundido com o departamento de pessoal, mas felizmente hoje em dia as pessoas têm uma idéia bem mais clara do que realmente é um departamento de RH, sendo que esse vai muito além de lidar apenas com processos e defender o que só importa a empresa, pois o mesmo é responsável por boas condições de trabalho, da comunicação direta empresa X colaborador, treinamentos, inovações de técnicas e aperfeiçoamento profissional, gerencimento de crises, além de lidar com processos, entre outras atribuições, ou seja, uma área que tráz um leque de oportunidades para o profissonal e uma série de beneficios para a organização.

O RH também "anda" de mãos dadas com a psicologia comportamental pelo fato de que o profissional da área é capacitado para usar de técnicas que busquem beneficios para a empresa, sendo um gestor de RH capaz de indentificar , recrutar e lidar com as emoções de um talento em um processo de adesão, de busca de novos profissionais e de qualificação profissional..

Hoje podemos afirmar que não se trata apenas de uma tendência, uma vez que inúmeras empresas já se adequaram, usam e servem como modelo de gestão para as que ainda estão em processo de implantação de um deparmento de RH, e as que estão nascendo pro mercado.

Com isso podemos concluir que já nos dias atuais se faz necessário a correta utilização e visão do lado humanístico dentro das organizações, mas principalmete no futuro próximo onde não serão mais aceitos modelos de gestão autocráticos e centralizados, uma vez que busca - se o aperfeiçoamento da eficiência no processo comunicativo e decisório dentro e fora da organização.

Fonte: http://www.administradores.com.br/




terça-feira, 10 de maio de 2011

Dez ótimas dicas para o trabalho em equipe

Cada vez mais o trabalho em equipe é valorizado. Porque ativa a criatividade e quase sempre produz melhores resultados do que o trabalho individual, já que "1+1= 3". Por tudo isto aqui ficam dez dicas para trabalhar bem em equipe.

1. Seja paciente

Nem sempre é fácil conciliar opiniões diversas, afinal "cada cabeça uma sentença". Por isso é importante que seja paciente. Procure expor os seus pontos de vista com moderação e procure ouvir o que os outros têm a dizer. Respeite sempre os outros, mesmo que não esteja de acordo com as suas opiniões.

2. Aceite as ideiás dos outros

As vezes é difícil aceitar idéias novas ou admitir que não temos razão; mas é importante saber reconhecer que a idéia de um colega pode ser melhor do que a nossa. Afinal de contas, mais importante do que o nosso orgulho, é o objetivo comum que o grupo pretende alcançar.

3. Não critique os colegas

As vezes podem surgir conflitos entre os colegas de grupo; é muito importante não deixar que isso interfira no trabalho em equipe. Avalie as idéias do colega, independentemente daquilo que achar dele. Critique as idéias, nunca a pessoa.

4. Saiba dividir

Ao trabalhar em equipe, é importante dividir tarefas. Não parta do princípio que é o único que pode e sabe realizar uma determinada tarefa. Compartilhar responsabilidades e informação é fundamental.

5. Trabalhe

Não é por trabalhar em equipe que deve esquecer suas obrigações. Dividir tarefas é uma coisa, deixar de trabalhar é outra completamente diferente.

6. Seja participativo e solidário

Procure dar o seu melhor e procure ajudar os seus colegas, sempre que seja necessário. Da mesma forma, não deverá sentir-se constrangido quando necessitar pedir ajuda.

7. Dialogue

Ao sentir-se desconfortável com alguma situação ou função que lhe tenha sido atribuída, é importante que explique o problema, para que seja possível alcançar uma solução de compromisso, que agrade a todos.

8. Planeje

Quando várias pessoas trabalham em conjunto, é natural que surja uma tendência para se dispersarem; o planejamento e a organização são ferramentas importantes para que o trabalho em equipe seja eficiente e eficaz. É importante fazer o balanço entre as metas a que o grupo se propôs e o que conseguiu alcançar no tempo previsto.

9. Evite cair no "pensamento de grupo"

Quando todas as barreiras já foram ultrapassadas, e um grupo é muito coeso e homogêneo, existe a possibilidade de se tornar resistente a mudanças e a opiniões discordantes. É importante que o grupo ouça opiniões externas e que aceite a idéia de que pode errar.

10. Aproveite o trabalho em equipe

Afinal o trabalho de equipe, acaba por ser uma oportunidade de conviver mais perto de seus colegas, e também de aprender com eles.





quarta-feira, 27 de abril de 2011

Exigências do mercado



É indiscutível: o mercado de trabalho está cada vez mais exigente em relação ao perfil que os profissionais devem apresentar. Se, há alguns anos, os quesitos que contavam pontos passavam somente pela boa formação acadêmica e pelo bom nível de conhecimentos técnicos em área específica, agora vão além e exigem outras habilidades. A desenvoltura e flexibilidade de funções necessárias ao desenvolvimento de uma profissão solicitam, desde muito cedo, a aquisição de uma série de características.
Vamos a algumas delas: em um processo seletivo, as empresas costumam avaliar a apresentação pessoal e a postura do candidato (que seja educado e saiba se relacionar) e, ainda, as suas competências para a vaga proposta. Apresentar boas comunicações verbal e escrita também é desejável.

Em relação às competências, algumas analisadas são a apresentação, por parte do candidato, de proatividade (iniciativa para solucionar dificuldades de problemas, antes que seja solicitado); de autoconfiança (segurança na expressão de idéias); de flexibilidade (facilidade de adaptar-se às diferentes situações); de bom relacionamento interpessoal (interagir, conviver e estabelecer contato adequado com os colegas); e de espírito de equipe (compartilhe informações e demonstre interesse em cooperar).

Associados a essas características comportamentais, são importantes o conhecimento de informática e de um segundo - ou até terceiro - idioma. Ainda como um diferencial, as empresas já estão atentas para candidatos que tenham preocupação com a sua qualidade de vida. Logo, ter hábitos saudáveis, como a prática de esportes e de "hobbies", é bem-visto, assim como a atuação em trabalhos voluntários.

O bom profissional, então, deve continuamente aperfeiçoar-se, por meio de esforço, de busca de superação de limites e de capacidade de avançar. É, então, justamente para auxiliar o jovem - o futuro profissional do País - é qualificar-se e habilitar-se adequadamente para o mercado de trabalho.

Fonte: Caderno de Empregos do Diário de S. Paulo, Luiz Gonzaga Bertell





terça-feira, 19 de abril de 2011

Dicas para um bom profissional

O mercado de trabalho exige cada vez mais conhecimento e a concorrência aumenta aceleradamente. Para nos diferenciar dos demais, não podemos ficar parados, esperando alguém “olhar” para nós, temos que correr atrás, mostrar que somos capazes. Hoje não basta ser bom, tem que ser o melhor.

Para ser um bom profissional, devemos ter alguns conhecimentos, são eles: técnico, profissional e pessoal. Estar bem informado é necessário. Ler, pesquisar e anotar, elaborar novos saberes, só nos trarão benefícios. Devemos estar abertos para as novidades, para aprender, compartilhar idéias, opiniões, construir projetos, e o mais importante, se não deu cert, reconstruir. Algumas competências são importantes para um bom profissional:

O conhecimento (saber de tudo um pouco);
Habilidades (ter capacidade para realizar os mais diversos tipos de trabalho);
Ser ágil e inteligente, ter valores e atitudes corretas;
É essencial cuidar a imagem e postura, o comportamento diante de pessoas que são superiores a nós:

Sempre falar a verdade (ser sincero e verdadeiro)
Discreto (não exagerar no tom de voz, nem usar roupas inadequadas...)
Pontual e Organizado (chegar sempre 15 minutos antes do horário)
Ter clareza em suas habilidades e competências.
Enfim tratar todas as pessoas como gostaria de ser tratado.
Nenhuma empresa, quer ter um funcionário que crie mil desculpas para não mudar, que se feche para novas idéias com a justificativa de que não vai dar certo, ou que não faz parte de seu trabalho. Isso não pode acontecer, quem não acompanha as novidades e se fecha para a tecnologia, é automaticamente excluído do mercado de trabalho.

Créditos: Luciara Roratto





quarta-feira, 13 de abril de 2011

Eu me demiti

Hoje, assim que cheguei na minha sala, super cedo, uma grande amiga virou mim e disse: Lucas, me demiti. Eu não consegui entender nada. Ela, ao que parecia, gostava do trabalho, estava feliz lá. Mas me enganei e ela também. Ontem, ela conversava com o chefe, dessas conversas informais mais que são extremamente importantes, quando ouviu dele: “eu quero você mais envolvida, não quero que você continue fazendo trabalhos operacionais.” Operacionais, operacionais, operacionais. Isso ficou martelando na cabeça dela. Na mesma hora começou a analisar e percebeu que ela nada mais fazia do que ouvir ordens e executá-las. Bateu, então, o estalo: “eu não queria ficar ali fazendo o que os outros mandam, eu quero poder criar, quero poder fazer o que gosto. Se for para fazer algo que não gosto, como estava acontecendo ali, eu tenho que ganhar muito, mas muito dinheiro mesmo“, me contou.

Não deu outra. “Chefe, não vou mais trabalhar aqui. Me demito”. Ela não aguentava mais ficar ali – reparem: tudo isso em menos de duas horas. Um turbilhão surgiu em sua cabeça. Ela percebeu que já tinha largado o teatro porque “não dava dinheiro”. Ela também não fazia o que ela realmente gosta e ama: editar vídeos. Então foi decisiva: demissão. “Agora é começar a correr atrás do que eu amo fazer e quero como profissão.”

Eu ponderei. Disse a ela que era preciso pesar. “Ainda somos estagiários, estamos na fase de aprender. E nesse caso, temos que fazer coisas que nos mandam”, comentei. Ela retrucou: “eu sei e, justamente, por isso resolvi me demitir. Eu agora quero experimentar outras coisas. Descobri que não gostava daquela área.”

Se ela não tivesse estagiado naquela empresa, exercendo aquelas funções, ela não saberia que não gostava daquilo. Ela está certa: precisa experimentar novas funções, novas áreas. E aí, você vai se demitir também?
 
Fonte Estagiario Y - da coluna VOCÊ S/A